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Histórias que atravessam gerações

Sergio Mulet
Criador do projeto História da Minha Vida
"Cada vida merece ser lembrada"
Quem sou
Sou um empreendedor.
A ideia deste projeto nasceu de uma pergunta que surgiu de forma inesperada.
Depois de uma noite de sono profundo, acordei com um pensamento que não saía da minha cabeça:
Ao longo do tempo percebi algo curioso sobre a memória humana. Mesmo quando histórias são registradas em livros ou documentos, elas acabam sendo esquecidas com o passar das gerações. A memória das pessoas, que um dia foi viva e cheia de detalhes, pouco a pouco se apaga.
Quantos de nós realmente conhecem a história de vida de seus bisavós?
Quais foram seus sonhos, suas dificuldades, suas escolhas ou os conselhos que gostariam de ter deixado para o futuro?
Foi dessa reflexão que nasceu o projeto História da Minha Vida.
Nos últimos anos venho explorando novas formas de preservar histórias humanas através da tecnologia e da inteligência artificial, em um campo emergente conhecido como legado digital, que também faz parte de um movimento maior chamado grief tech — tecnologias criadas para preservar memórias, histórias e conexões humanas mesmo após a passagem do tempo.
Acredito que, pela primeira vez na história, temos ferramentas capazes de registrar não apenas fatos, mas também experiências, aprendizados e a essência de quem fomos, permitindo que essas histórias atravessem gerações.
Acredito que cada pessoa deveria poder deixar para o futuro não apenas fotos ou documentos, mas também suas palavras, sua voz, seus pensamentos e a história de quem realmente foi.
Hoje já é possível registrar memórias, histórias, conselhos e momentos importantes de forma digital.
Mas minha visão vai ainda mais longe.
Imagino um futuro onde, daqui a cem anos, um descendente possa acessar uma verdadeira cápsula do tempo digital e descobrir quem foi seu bisavô ou sua bisavó.
Ouvir suas histórias, compreender suas escolhas e aprender com suas experiências.
E talvez algo ainda mais extraordinário: poder interagir com uma simulação baseada em suas memórias de vida e em sua personalidade, como se uma pequena parte de sua sabedoria tivesse atravessado o tempo.
Não para substituir a presença humana, mas para preservar aquilo que sempre foi mais precioso: a história de uma vida vivida.
Mais do que guardar lembranças, quero ajudar a construir pontes entre gerações.
Porque acredito profundamente em algo simples:
"Cada vida merece ser lembrada".
Quem se lembrará de nós
daqui a 100 anos?
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